Governo de Goiás intensifica trabalhos para concluir infraestrutura do Residencial João Paulo II

São 22 mil m2 de pavimentação asfáltica com 90% de execução. Previsão da Agehab é entregar obra completa de asfalto já no início do próximo ano

O Residencial João Paulo II, na Região Norte de Goiânia, será entregue com infraestrutura completa, executada pelo Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab). A obra de pavimentação do Residencial está com 90% dos trabalhos executados pela construtora WRocha, contratada pela Agência. Faltam apenas meios-fios, bocas de lobo e pequena parte da capa asfáltica. 

O presidente da Agehab, Lucas Fernandes, afirma que são 22 mil m2 de asfalto ao todo. A previsão é de concluir toda a obra de pavimentação já no início do próximo ano. 

Com um total de 230 moradias, a segunda etapa do João Paulo II está sendo entregue à medida em que os serviços de infraestrutura (galerias pluviais e pavimentação) vão sendo finalizados. Em breve, serão entregues mais 34 moradias, que já estão prontas, aguardando a liberação do habite-se pela Prefeitura de Goiânia. 

As famílias do João Paulo II aguardam desde 2014 pelas moradias. O residencial foi construído em parceria do Governo de Goiás, por meio da Agehab, com a Caixa Econômica. O governador Ronaldo Caiado entregou as 93 primeiras unidades da segunda etapa em agosto deste ano. 

O Governo de Goiás investiu mais de R$ 10 milhões na construção da segunda etapa do João Paulo II, que teve aporte de outros R$ 15,6 milhões da Caixa. Inclusive o valor de R$ 5 mil referente ao lote foi destinado pelo Governo de Goiás para ajudar as famílias na composição do financiamento, reduzindo o valor do montante a ser financiado e das parcelas. Além dos investimentos para a entrega do residencial com a infraestrutura completa, a Agehab fez parceria com a Prefeitura de Goiânia para os serviços de construção das galerias.

Lucas Fernandes explicou que a atual gestão trabalhou de forma incansável para retomar a obra, desde o início do governo de Ronaldo Caiado. As obras estavam paralisadas há três anos. Segundo ele, cada casa recebeu um valor superior ao que é destinado para a habitação de interesse social em Goiás, que geralmente é de até R$ 20 mil. Para garantir a conclusão da obra, foram liberados mais R$ 12 mil, o que totalizou R$ 32 mil por moradia.

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